Sexta-feira, Novembro 13, 2009
Agora, o momento de loucura bloguística do mês
Copiei e colei uma série de caracteres distintos e adorava saber se isto quer dizer algo. Fui ao google translator e descobri que estou habilitado a escrever em chinês, pois isto quer dizer exactamente:
Select Standard Gen-Gen Lu Hui Wang Baituo serving great home-hui, was cloud-line dress and Lam legislators want a hanbok in the Greek Gen-Hui Department of cars clothing wholesale, streaming Korean attire.
Terça-feira, Novembro 10, 2009
A vida, às vezes...
Fazia reset a mim e nada ficava resolvido, mas tudo teria de acontecer de novo.
Sexta-feira, Outubro 30, 2009
Um olhar com vida
Celeste que por certo nem Celeste se chama estava perdida no Metro da linha azul, no Jardim Zoológico. Queria ir para algum lado que implicava mudar de linha e não percebia nada do metro. Por isso é que digo que deve estar em Lisboa há pouco tempo.
A Celeste não Celeste pediu ajuda. Um velhote com ar de simpático ajudou-a. Apontou no mapa da linha onde tinha ela de mudar de estação, explicou-lhe e não mais a largou. Sentou-se ao seu lado, saiu com ela na estação do Chiado, puxou-a para o lado que ela deveria ir.
Celeste, a tal que chegou há pouco tempo a Lisboa ou que sempre cá viveu, e que nem deve chamar-se Celeste, foi atrás dele. Mas não queria. Não parecia querer. Antes parecia intrigada com o homem de barbas e headphones brancos para quem olhava compulsivamente, como se quisesse fazer uma pergunta ou se estivesse a ler a resposta.
Celeste que não é Celeste, não chegou a fazer a pergunta, ainda ensaiou seguir o homem na saída da estação do Chiado, mas foi para o outro lado, com o velhote que ou era simpático ou a quis acompanhar, guloso, sedento de um pedaço de carne fresca.
Celeste foi para a esquerda, o homem para a direita.
Celeste não é Celeste. O homem sou eu. E descobri que há vida no Metro.
Quinta-feira, Outubro 22, 2009
Sérgio, já sabes a resposta?
Quem queriamos ser
E quais as esperanças
Que a vida roubou"
Acho que toda a vida haverá quem procure a resposta a estas perguntas. E talvez seja desta busca que acabe por emergir uma solução para cada um de nós.
Terça-feira, Outubro 20, 2009
Mil. E uma (oportunidades)

Oportunidades tive mil. Mil e uma, talvez. Não nasci em berço de ouro, não me faltou nada. Tudo o que tive foi tudo o que quis. Por vezes não na hora em que mais o queria, mas tive.
Oportunidades tive mil. Mil e uma desperdicei. Segui sempre o caminho errado, quase sempre escolhi mal. Mas oportunidades tive mil. E uma.
E uma só, só uma, foi tudo o que precisei para trilhar o caminho certo.
Olho para trás, para as mil oportunidades que tive, e lamento cada um dos mil erros que cometi. Para sempre os carregarei. Para sempre lamentarei não ter tido, antes de todas as outras, não mil mas uma, "a" oportunidade que agora me é dada. E porque não há 1002 noites, porque não não eram 102 os dálmatas, percebo, agora - e felizmente não é tarde - a magia do número 1. Que não é de mil oportunidades que os homens precisam. Mas sim de uma. Como a que me foi dada. Agora.
E por isso sorrio. Porque me apetece sorrir. Porque sei para onde vou. Por onde quero ir. E sei quem levo comigo.
A suprema ironia
Quarta-feira, Outubro 14, 2009
Gripe A - a maior teoria da conspiração de sempre?
Vendo-o como mo venderam. Sem qualquer juízo de valor:
VÍDEO PARA QUEM NÃO TIVER PACIÊNCIA PARA LER TUDO
CAMPANAS POR LA GRIPE A from ALISH on Vimeo.
Teresa Forcades i Vila* - 11.10.09
Dados científicos
Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].
A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].
Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].
Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].
Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde – entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) –, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].
Irregularidades que têm de ser explicadas
Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 de laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe da anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.
Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que sem base real as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].
Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?
Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência – que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas – foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].
Consequências políticas da declaração de «pandemia»
No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].
O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].
Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos…
É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].
Uma reflexão
Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.
Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.
No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.
No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes – entre eles a Directora-Geral da OMS –, e repentinamente, comecarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:
1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.
Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.
Uma proposta
A minha proposta é clara:
Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].
Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso da vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.
Sábado, Outubro 10, 2009
(as mulheres são velas, os homens papel)
O papel tende a fugir da vela quando esta arde e a vela, ao arder, sabe que se consome.
Se a chama da vela toca o papel, o destino comum está encontrado.
A vela vai-se, cumprindo o destino, e dela fica apenas o que sobra do pavio.
O papel e o pavio, queimados, serão pois cinzas. Com o tempo, ninguém conseguirá distinguir o que foi vela e o que foi papel.
Bendito o papel que se deixa tocar por uma vela.
Sexta-feira, Outubro 09, 2009
A campanha eleitoral que ajuda a decidir
é no maior adversário daquele partido que fez passar uma caravana de 30 carros a apitar-me aos ouvidos, à porta de casa, às 22:05! Juro!
PS: Telefonei para a Polícia a fazer queixa. Se virem notícias nos jornais a dizer que eles foram multados, não venham cá falar de pressões políticas. Fui mesmo eu, BF, orgulhoso independente.
Sexta-feira, Outubro 02, 2009
Até que enfim sou socialmente reconhecido
Quinta-feira, Outubro 01, 2009
Os gafanhotos de District 9


Tem gerado discussão em alguns foruns a tradução de Prawns (camarões) para gafanhotos do inglês para o português no filme district 9.
Fiz uma rápida investigação e concluí que a tradução faz sentido, pois os Prawns são assim conhecidos por serem vistos pela população como uma praga de gafanhotos Parktown Prawn, uma espécie particularmente mal aceite pela população sul-africana.
Curiosamente, os Parktown Prawns (foto da direita) são parecidos com camarões.
Posto isto, resta-me dizer que adorei o filme.
Quarta-feira, Setembro 30, 2009
Rigoroso exclusivo: o email que Cavaco teme ver na Praça Pública
to
date Fri, Jan 4, 2002 at 2:17 AM
subject A esposa surda
mailed-by correspondenciaconfidencialdapresidencia.pt
Um homem telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher.
A atendente pergunta:
- Qual o problema de sua esposa?
- Surdez! Não ouve quase nada.
- Então, o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la fará um teste, para facilitar o diagnostico do médico. Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouví-lo. Então, quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Certo?
- Está certo.
À noite, enquanto a mulher preparava o jantar, o senhor decidiu fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou:
Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora!
- Julia, o que temos para o jantar?
Nada. Silêncio. Aproxima-se a 5 metros
- Julia, o que temos para jantar? Nada. Silêncio.
Fica a 3 metros de distância:
- Julia, o que temos para o jantar?
Silêncio. Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
- Julia! O que temos para o jantar?
- Frango! É quarta vez que eu respondo
NORMALMENTE, NA VIDA, PENSAMOS QUE AS DEFICIÊNCIAS SÃO DOS OUTROS E NÃO NOSSAS.
Não sei como isto funciona, mas é real. Envia este mail a 11 pessoas e aparecerá no teu ecrã um pequeno video muito divertido.
Sexta-feira, Setembro 25, 2009
Parece que sou um libertário-cosmopolita
Façam o teste aqui
Sexta-feira, Setembro 18, 2009
Sufragados esmiúçam os gatos fedorentos
Isto também acontece, claro, porque é mais fácil fazer piadas que incomodem Sócrates e Manuela Ferreira Leite.
Quinta-feira, Setembro 17, 2009
Domingo, Setembro 06, 2009
Sábado, Setembro 05, 2009
Lido por aí
Eu, por exemplo, e talvez por ouvir, agradecia que os debates fossem transmitidos sem som, e apenas em lingua gestual!
Quarta-feira, Setembro 02, 2009
O quinto golo de honra...
A Benfica TV costuma fazer sketches de 90 minutos a gozar com este do Gato Fedorento. Durante os jogos, eles parecem ainda mais fanáticos do que o Zé Diogo Quintela.
Segunda-feira, Agosto 31, 2009
Estes é que podiam cá vir
The Arcade Fire - Intervention
The king's taken back the throne
The useless seed is sown
When they say they're cutting off the phone
I'll tell 'em you're not home
No place to hide
You were fighting as a soldier on their side
You're still a soldier in your mind
Though nothing's on the line
You say it's money that we need
As if we're only mouths to feed
I know no matter what you say
There are some debts you'll never pay
Working for the church
While your family dies
You take what they give you
And you keep it inside
Every spark of friendship and love
Will die without a home
Hear the soldier groan, "We'll go at it alone"
I can taste the fear
Gonna lift me up and take me out of here
Don't wanna fight, don't wanna die
Just wanna hear you cry
Who's gonna throw the very first stone?
Oh! Who's gonna reset the bone?
Walking with your head in a sling
Wanna hear the soldier sing
Working for the Church
While my family dies
Your little baby sister's
Gonna lose her mind
Every spark of friendship and love
Will die without a home
Hear the soldier groan, "We'll go at it alone"
I can taste your fear
It's gonna lift you up and take you out of here
And the bone shall never heal
I care not if you kneel
We can't find you now
But they're gonna get their money back somehow
And when you finally disappear
We'll just say that you were never here
Been working for the church
While your life falls apart
Singing hallelujah with the fear in your heart
Every spark of friendship and love
Will die without a home
Hear the soldier groan, "We'll go at it alone"
Hear the soldier groan, "We'll go at it alone"
Sexta-feira, Agosto 28, 2009
Os OVNI estão ultrapassados
Agora o que está a dar são os OSNI. Objectos submarinos não identificados.
A parte boa é que supostamente também envolvem vida extra-terrestre.
Quinta-feira, Agosto 27, 2009
Segunda-feira, Agosto 24, 2009
Votem em mim, caralh...
O Rock in Rio e a SIC estão à procura de meninas que seja a cara do RiR 2010. Para se candidatarem, as meninas têm de enviar um vídeo. Pois esta menina aqui já tem o meu voto garantido. Reparem bem como ela diz... votem em mim, carailh...
Se há coisa de que gosto é de Covers que mudam completamente uma música
The Kooks - All that she wants (original dos Ace of Base)
Domingo, Agosto 23, 2009
Sexta-feira, Agosto 21, 2009
Ser fã de uma série
Ao ler os comentários dos outros fãs da série, deparo-me, no entanto, com algo curioso: muitas pessoas desejam que na última temporada voltem alguns dos personagens que foram morrendo para trás.
Ora, eu que só quero que a série me surpreenda e, no fim, me faça sentir que valeu a pena segui-la durante anos, pergunto-me se esse desejo revela real interesse pela trama de Lost.
Explico: eu quero que me seja desvendado o mistério da ilha, mas muita gente está mais preocupada em saber se kate fica com o sawyer ou com o Jack.
isso a mim tanto faz, e até temo que tudo possa ser estragado para resolver esses arranjinhos.
Quinta-feira, Agosto 20, 2009
Uma descoberta no ano do regresso à música
Todos temos um ano em que voltamos a algo. Eu voltei à música. Não terá sido coincidente com o calendário, mas anda lá bem perto. Uma das bandas que "descobri" foi Donna Maria.
E que surpresa. Fica aqui uma das minhas músicas preferidas - e inspiradoras.
Tempo de riqueza
Ia conhecer o Mundo três ou quatro meses por ano e o resto do tempo aproveitava para estar por casa a ver todas as séries, filmes, a ouvir todas as músicas, a ler todos os livros que quero ainda devorar.
E talvez ainda me faltasse tempo...
Terça-feira, Agosto 11, 2009
Cry me an iceberg
Ela era apenas normal, era assim que se via, mesmo quando lhe diziam - parecia-lhe apenas simpatia - que era especial.
Ela no fundo nem queria nada de especial. Queria, apenas, chorar. Chorar um icebergue a derreter-se. Devagar, mas definitivo, pois toda a gente sabe que um icebergue não volta a formar-se igual. Nem com as mesmas águas.
Segunda-feira, Agosto 10, 2009
Crítica a um festival de verão
Desta vez não me vou pronunciar, sequer. Deixo, apenas, a crítica que ele fez ao concerto de Flor Caveira. Perdão, ao festival Sudoeste TMN, no qual os Faith No More se reuniram ao fim de 11 anos de separação, juntando, segundo o crítico, 35 mil pessoas.
Ler aqui
Deixa saudades
A notícia da morte de Raul Solnado não é nova, mas o carinho que Portugal tinha por este homem justifica que aqui coloque um dos seus trabalhos mais famosos.
Sábado, Agosto 08, 2009
Quinta-feira, Agosto 06, 2009
Há alguém muito mal intencionado na SIC
Como é que uma coisa destas sai cá para fora?
(não passou na TV, mas alguém meteu no youtube)
Terça-feira, Agosto 04, 2009
Agora um texto mais sério sobre João Bonifácio
Como leitor do PÚBLICO, impressiona-me que seja possível que uma reportagem possa ser totalmente preenchida com opinião do autor. Ao escrever sobre o festival, João Bonifácio não informou sobre o número de pessoas presentes, sobre os problemas que os "festivaleiros" tiveram, como por exemplo falta de casas de banho e filas de hora e meia para comer.
Pretendeu, apenas, usar as páginas do jornal onde escreve para dar uma opinião pessoal sobre o que viu e sobre o que não viu.
Que João Bonifácio não goste das bandas que tocaram no estádio do Restelo, que não goste do clube que joga no estádio do Restelo, nada contra. Que o transmita no texto que publica no jornal PÚBLICO já me surpreende mais. Não tanto por ser o senhor Bonifácio, sim por ser o PÚBLICO.
Refere-se aos adeptos do Belenenses como meia dúzia de "velhinhos" e ao ambiente do estádio como calmaria tal que "nem uma palha bule, é um sossego".
Conclui a ideia com esta barbaridade: "Portanto a ideia de fazer um festival de música popular naquele mesmo estádio quase parece uma acção de beneficência."
Deixando os velhinhos atrasadinhos mentais do Belenenses para trás, vamos então ofender os leitores. Afinal, pelo que leio no PÚBLICO, o comportamento de quem gosta de música rock num concerto é primário e culpa dos tempos de mudança, pelo menos na cabeça do sr. Bonifácio.
"Estavam entre mil a duas mil pessoas a vê-los, que gritavam quando as guitarras se levantavam. Mas bastava olhar para aquela juventude para notar ao que vinham: tinham t-shirts dos Killers, o nome The Killers desenhado nos braços, cartazes com a inscrição The Killers. Gritavam quando as guitarras explodiam porque foi isso que a música dos The Killers lhes ensinou: quando o volume explode, há que berrar".
Ou seja, os Killers ensinaram os burrinhos que ouvem rock há anos, que devem saltar e berrar (fazer, portanto, o festival que o senhor Bonifácio entende que não existiu - contraditório). Lamentável!
Mostrando falta de respeito pelo trabalho da cantora Brandi Carlile, Bonifácio distraiu-se e falou do concerto: "Brandi Carlile devia ter mais um ou dois pares de milhares de almas a assistir. Desde o Sudoeste de 2007, esta é a quarta vez que Carlile vem a Portugal, tudo graças a um trecho épico de uma canção num anúncio de cerveja. Carlile podia ter optado por tocar apenas esse trecho, mas preferiu fazer desfilar um sem-número de variações anódinas de rock adulto, em que invariavelmente a sua voz ia aos agudos com a fé dos devotos, assim estragando qualquer possibilidade de um final de tarde tranquilo. Fez uma data de versões, todas elas óbvias: dos Radiohead foi buscar "Creep"; de Cash "Folsom Prison Blues"; e de Cohen "Hallelujah". Carlile não gosta de música, gosta da hora de ponta da rádio FM".
Ah, espera. O fim do comentário tinha de ser jocoso e ofensivo - quer para Carlile quer para quem a ouve e, no caso, compra o PÚBLICO e fica a saber que não gosta de música, pela pena de um jornalista.
Segue-se outra banda. Mando Diao: "Mais uns milhares de almas depois, os Mando Diao subiram ao palco com guitarras barulhentas, um percussionista que também tocava trompete e duas coristas. Ganham pontos extra por tentarem fazer barulho, por terem um trompete e por terem coristas. Perdem esses pontos por não terem canções".
Pronto, os Mando Diao não têm canções. O que eu ouvi foi apenas barulho. Obrigado pela informação. Dizer que músicas os Mando Dia tocaram, partindo do princípio de que quem lê a notícia e compra o jornal tem interesse em saber o que aconteceu, isso o senhor Bonifácio não fez. Houve barulho. Nomes de canções tocadas é que não.
E agora a revelação do ano: músico que não anda nesta vida por causa da droga é caso raro. Pelo menos a julgar pelas palavras do sr. Bonifácio: "E assim se chegou a Duffy, que tem óptimas canções, mas poucas. Envergando um belo vestido com pintas pretas, ofereceu três quartos de hora de soul à antiga, a que só faltou uma secção de metais. A mais-valia desta moça de extraordinária voz é a sua crença pura: percebe-se que ela não está ali pelo cool ou pela droga. Ela gosta daquilo e enche as canções com uma alma rara. Fez muitas famílias e casalinhos felizes e merece a mesma felicidade ou mais ainda."
Curiosamente, o jornalista não referiu o facto de a maior parte dos espectadores estarem à hora deste concerto nas filas de hora e meia para comerem. Tão pouco noticiou (talvez não tenha reparado, ou até presenciado, já que podia/devia estar a jantar na tenda de imprensa/vip) que Duffy saiu de palco sem sequer se despedir do público.
O cabeça de cartaz, que colocou 30 mil aos saltos - algo que, já se viu antes, o sr. Bonifácio desaprova -, também teve direito a pérolas: "Às 23h30, os Killers subiram ao palco para espalhar o seu charme gongórico. Era basicamente por eles que a maior parte das pessoas ali estava, e fizeram sabê-lo reagindo entusiasticamente a cada movimentação de Brandon Flowers, o frontman"
Pelos vistos, as pessoas reagiram entusiasticamente a cada movimentação! Não quererá isso dizer... festa? (a tal que não houve no festival, segundo o título da notícia?)
"Por muito que não gostemos dos Killers (e não gostamos nem um pouco), ao menos têm um espectáculo tão bem ensaiado que, por um instante, quase acreditamos que estamos num festival de Verão, em que a juventude se entrega ao hedonismo e ao exagero próprios da saúde que tem. (Apesar de isso não ter acontecido.)"
Ou seja: o jornalista não gosta nem um pouco de Killers, mas reconhece que eles têm um espectáculo bem ensaiado. Depois, nesta frase desdiz a anterior. Se as pessoas reagiram entusiasticamente a cada movimentação, como raio é possivel dizer que não se entregaram ao hedonismo e ao exagero...?
Depois, uma análise à carreira dos Killers e não ao concerto. Menção a músicas tocadas? Mais uma vez... quase nada: "Todas as canções têm riffs óbvios que desaguam em refrões invariavelmente em crescendo, a base rítmica é sempre funk-deslavado ou disco-sound reciclado, todo o motivo melódico tem de ter um carácter épico e há sempre um sintetizador piroso para convencer os nostálgicos dos anos 80".
Mas... espera... afinal diz uma música. Para dizer mal, claro, e ainda para criar uma imagem agressiva e incómoda para o leitor - já para não referir o mau gosto: "A meio de 'All this things that I've done' (toalhas de órgãos berrantes, canto épico), ocorre-nos que eles estão a meio caminho entre os Def Leppard e o pior de Bruce Springsteen e quase ficamos à espera do momento em que vamos ouvir cantar uma versão fatela de 'Born in the USA' sob um fundo disco-sound enquanto a câmara foca um baterista com um só braço".
Depois de se rir com a imagem criada - e de, possivelmente, a ter divulgado rapidamente a todos os seus amigos, para que estes lhe tecessem loas -, a estocada final. Julgava, porventura, o sr. provedor que o sr. Bonifácio se tinha deixado de piadas de mau gosto ao CF os Belenenses? Pois então fique com esta, para analisar:
"Foi a festa possível e foi escassa como os fins de tarde futebolísticos no Restelo costumam ser".
Além do mau gosto, um fim de semana futebolístico não pode ser escasso. Pode ter escassa qualidade de jogo, pode até ter poucos jogos. Se queria insultar, é pena ter falhado o português. Mais: é pena que não saiba português, apesar de procurar palavras rebuscadas.
(fim de carta)
Das novas cartas publicadas no blogue do provedor, destaco uma ideia que fica no ar: deve o jornal enviar sempre aos concertos jornalistas que gostem das bandas (citação livre)? Claro que não! Mas tem de enviar jornalistas IMPARCIAIS, que sejam capazes de escrever colocando o preconceito (e gostos pessoais) de lado.
Se eu tivesse uma revista de gastronomia, não mandaria um jornalista vegetariano fazer a crítica a um restaurante de rodízio de churrasco! Parece-me óbvio de mais. A menos que, e esta é uma ressalva importante, ele me garantisse que iria provar os pratos servidos (algo improvável, sendo vegetariano) e avaliá-los de acordo com os mesmos padrões que outro qualquer colega o fizesse.
PS: Para crítica de música/reportagem de concertos recomendo a leitura dos textos normalmente publicados na revista Blitz, principalmente os da jornalista Lia Pereira (declaração de interesses: conheço-a pessoalmente, mas se não apreciasse a sua isenção e profissionalismo, simplesmente este dado seria omitido aqui).
Segunda-feira, Agosto 03, 2009
Caso: O Povo contra João Bonifácio
Leia o artigo original
E aqui o do provedor
E, já agora, o do amigo Pedro Mexia
A verdade é que esta foi uma das novelas jornalísticas mais emocionantes da Silly Season. Em minha opinião, Bonifácio excedeu-se. Pode não ter ofendido - ser velhinho não é ofensa, de facto - mas teve muito mau gosto, foi grotesco e até contraditório.
Aqui entre nós, nada como uma boa discussãozinha para animar a malta...
Para finalizar com um sorriso, pego na entrada do texto dele e, abaixo, peço emprestada uma brincadeira que li nos comentários do Público.
A tal entrada do texto publicado:
Música Super Bock Super Rock: Um festival sem festa 20.07.2009 - 09h31 João Bonifácio Toda a gente que segue futebol com um mínimo de regularidade conhece a constante nudez quinzenal do Estádio do Restelo. O Belenenses joga e há duas dezenas de velhinhos nas bancadas, nem uma palha bule, é um sossego. Portanto a ideia de fazer um festival de música popular naquele mesmo estádio quase parece uma acção de beneficência.
Comentário de um leitor no site do Público:
"Toda a gente que lê jornais com um mínimo de regularidade conhece a constante falta de qualidade do Público. O jornal é publicado e há duas dezenas de pessoas que o compram, nem uma palha bule, é um sossego. Portanto a idéia de reduzir os salários naquele mesmo jornal quase parece uma acção de beneficência.”
PS:
Já depois de fazer este post, houve actualização do blogue do Provedor!
PS2: E o provedor ainda voltou a escrever sobre o assunto
Sábado, Agosto 01, 2009
As palavras que nunca disse
Sim, gosto. É verdade. E sorrio. Gosto das que digo, das que queria ter sido eu a dizer, das que me dizem, das que vou ainda dizer e das que já nunca poderei dizer.
Sim, gosto particularmente das palavras que já nunca poderei dizer. E digo-as para mim, comigo, para ninguém ouvir, na esperança de que sejam ouvidas algures.
Aqui entre nós, acho que não há nada que doa mais do que palavras, ditas ou por dizer, Podemos ter os ossos partidos e chorar de dor, podemos ter uma doença fatal, mas em qualquer dos casos, a vida resolve-se. Os ossos solidificam. A doença vence-nos ou vai-se embora.
Eu gosto de palavras, sim. São a nossa única arma para mudar o destino. Quando são ditas ou quando ficam caladas...
Sexta-feira, Julho 31, 2009
Domingo, Julho 26, 2009
lost (vão gozar com outro...)
Já agora vejam a Universidade do Lost!!! Se tiverem paciência, leiam os livros que aconselham para cada cadeira. Por certo ajudam a perceber tudo o que aí vem
E de caminho testem se estão obcecados com a série...
Depos disso tudo, vejam estes anúncios e voltem ao início do post.
(já agora, aos 37 segundos vemos o Michael e o Walt?)
António de Oliveira... Martins
Normalmente nem os leio, mas este que abaixo publico por qualquer estranha razão teve a sorte (?) de ser lido.
É incrível! A sério. Pensei que ninguém pensava assim. Ou melhor, que o que aqui se lê fosse a caricatura da realidade. Mas não... Isto existe. Leiam. E sorriam...
Afinal quem o assina é um tal de... António de Oliveira "Martins" (as aspas são da minha responsabilidade)
Soube-se ontem que um verme chamado Vale de Almeida, será candidato em lugar elegível nas listas por Lisboa do tenebroso PS.
Esta figura sinistra, para além de invertido, não tem vergonha na cara, e é ostensivamente militante da "Causa Gay".
Não me estranha o ocorrido. No entanto, o Bacharel Pinto de Sousa, perdeu de vez a vergonha, e integrou um maricão assumido nas suas listas, para que bem possa defender “a causa Gay, TransexuaL e Lésbica”, como eles dizem. O objectivo, é claramente captar os votos dos invertidos, já que os das pessoas normais rarearão...
Assim sendo, se o PS ganhasse, devê-lo-ia ao chamados homossexuais e afins, já que muita gente normal não quererá votar num partido que possui figuras tão pitorescas nas suas listas... Mas Deus os cria, e eles se juntam! O Bacharel Pinto de Sousa, está a pedir para ele! Está a pedir votos, e quem sabe se não também estatuto! Pois quem assim se comporta, na minha modesta opinião, ou também é invertido, ou pertence a essa nova classe dos bissexuais!...
O que é certo, é que o lobby Gay se inaugurará no parlamento pela mão do Bacharel Pinto de Sousa. E isso, a História registará. Poder-se-á dizer, a título de slogan, "PS, o Partido dos Homossexuais!". Ou "PS, Partido de Homossexuais"! E daqui em diante, as variações poderão ser vastas, dentro da riqueza da nossa língua...
O Parlamento já legalizou o Divórcio, nas vergonhosas circunstâncias em que o legalizou. Já legalizou a matança dos inocentes – o Aborto; legalizará agora a Eutanásia, e todo o tipo de aberrações sexuais. É esta a agenda da esquerda. E o PS, marca desavergonhadamente o passo.
Para acabar, uma questão de ordem prática: no parlamento, quando esse senhor pretender deslocar-se aos sanitários verter águas, a quais irá? Seria lógico que fosse aos das senhoras, já que ao que parece só gosta de homens, não sendo portanto ameaça para o sexo oposto... Mas não sei se elas o quererão por lá! Terá então que ir às instalações dos homens. E assim este Parlamento, que desde o 25 de Abril tanta já coisa viu, poderá ver um maricão num urinol do parlamento quem sabe se a fazer as figuras tristes que tantos outros fazem nos urinóis públicos da nossa Lisboa e não só, principalmente em conhecidos centros comerciais e estações de caminho de ferro... Confesso que a situação é triste. Mas é também caricata... E um Parlamento da república, merece esta vergonha. Porque a República já mostrou, como a Democracia, ser uma senhora de maus e vergonhosos costumes... Estamos a meses de ter um Parlamento Transexual! Somos, finalmente, para minha vergonha, um "País moderno"!
António de Oliveira Martins - Lisboa"
Sábado, Julho 25, 2009
Haaghhh! - Da memória
No caso, o cheiro a chá preto e à torrada bem tostada em panrico untada com becel
A um som! A mim a um som. Eu explico:
Esse é o cheiro de uma salinha pequenina. Tão pequenina e tão cheia de livros, que tudo nela era gigantesco. Pelo menos aos olhos de um miúdo que começa a aprender o sotaque british e o vocabulário - que há de valer-lhe ser dos melhores da turma em inglês e que, se não fosse preguiçoso, lhe valeria notas altas, como os outros melhores.
Nessa sala, de alcatifa creme, ou beige, ou lá como se diz, há uma cadeira de doutor (daqueles doutores que lêem muito, não dos que mandam meter a língua de fora e dizer demoradamente aaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrr) e uma secretária gigantesca. Cheia de livros. E de documentos. E de desenhos. E, ainda, de um busto em barro do homem hábil que aqui se sentava a trabalhar. Um busto em barro que tinha sido feito pelo próprio e que conservava um tom acastanhado por nunca ter ido a cozer.
Lá do fundo - da porta da cozinha cujo chão era em xadrez preto e branco, e de onde já não se via a porta da dispensa onde o homem que fazia bustos e lia muito como os doutores marcava a caneta a altura dos netos. Aquela mesma porta com buracos onde cabiam dedos que tentavam fugir às mãos caçadoras que ficavam do outro lado - lá bem do fundo já se via uma tempestade de caracóis na cabeça da senhora que se vestia de azul na moda dos anos 70.
Era essa senhora, sempre muito pintada - com pó de arroz e baton, o mesmo baton que se colava na imagem de Cristo que ela diariamente beijava, levando os netos a pensarem até aos 15 anos que aqueles rios vermelhos eram reproduções do sangue de Cristo - essa senhora sorria como todos os dias sorria, isto enquanto pousava na tal mesa grande onde estava o busto, uma bandeja ferrugenta e o prato castanho transparente com duas torradas forradas a becel - uma muito queimada, outra normal, que o rapaz que aprendia inglês era mais pelas clarinhas - e duas chávenas do mesmo vidro com chá bem quente.
Esse cheiro que hoje me transporta para esse local onde ainda vou quando durmo e sonho traz à memória um som. Como o doutor era dos que liam e não dos que mandavam fazer os malabarismos já referidos com a boca também o ahhh que se ouvia era diferente. Mais curto, muito mais curto. E firme. Repetido a cada vez que a chávena a ferver lhe ia à boca e conseguia passar a água com a infusão por uma nesga dos lábios. Com agá no fim. Assim como se reproduziria por escrito se fosse possível:
haaaaghhhh
Still
De acordar tarde, de trabalhar até tarde, de fazer tanto barulho por nada, de não dormir bem (mesmo quando acordo tarde), de esquecer tudo o que me dizem e vejo, de pensar, de resolver, de ler mensagens sucessivas numa língua que se assemelha ao português misturado com o tailandês (mas em sotaque fanhoso), de não ir à praia.
Sexta-feira, Julho 24, 2009
Um casamento diferente
Uns dizem que é uma vergonha fazer isto numa igreja, outros que é a celebração máxima da alegria. Lá divertido deve ter sido...
Quarta-feira, Julho 22, 2009
Soa-me (tão bem) a The Cure
The Killers - Jenny was a friend of mine
Adoro quando bandas recentes se inspiram (nem que numa música apenas) no meu grupo preferido. Este Jenny was a friend of mine enquadra-se calmamente em vários albuns dos The Cure)
Sexta-feira, Julho 17, 2009
O meu mês em música
The Beatles - Hard day's night
"I've been working like a dog... but when I get back..."
Vacinas destas não quero eu!
Justificação: por uma questão de segurança.
Então, porquê?
Basicamente, e trocando por miúdos, porque têm medo que a vacina (ainda não testada) mate gente!
Segunda-feira, Julho 13, 2009
A propósito de boa música
Para mim, sinceramente, tanto me faz que se goste ou não de DMB. Mas a onda de indignação porque eu não me diverti no concerto dos senhores, além de me incomodar, faz-me lembrar um episódio antigo:
Tive um conhecido que gostava de Iron Maiden – idolatrava-os, mesmo. Na altura disse-lhe que não gostava do género. E ele argumentou. Usou mesmo da lógica matemática para me convencer a gostar dos senhores.
“Não gostas? Isso é porque não ouviste 15 vezes bem alto!”. Nunca esquecerei esta frase, como devem imaginar.
Ora, com Dave Matthews Band está a passar-se quase o mesmo. Pelos vistos, não gostar do género é crime lesa moral musical.
Ora, porque esse meu conhecido gostará tanto de música como eu e, possivelmente, os leitores que aqui se indignam, pergunto-me: quem terá razão? Eventualmente, todos.
Acredito que seja legítimo. Como é legítimo escrever 50 posts a dizer o que penso se me apetecer.
Esse meu conhecido, provavelmente, continuará a defender que ouvindo “15 vezes bem alto” os Iron Maiden eu iria gostar. E daí?
Em que medida pode a opinião sobre música influenciar alguém? Esse meu conhecido também tinha um rato morto debaixo da cama e com um cheiro nauseabundo no quarto conseguiu dizer que só o tiraria depois da época de exames: “Com certeza é mais importante passar nos exames do que tirar o rato morto”.
Boa música é a música que nos soa bem e a que nos provoca sensações que nos agradam.
Passo a explicar: não gosto de Metal, mas adorei o concerto de Metallica. Não oiço Prodigy em casa, mas saltei com o concerto deles. Não gosto de Dave Matthews e deu-me sono.
Quero lá saber se tecnicamente é muito bom!
Fico feliz por todos os que gostam o terem ido ver. Eu fiz a minha vida e, também, o esforço de ouvi-los um bocado. Achei-os “boring”, sim achei. E daí? Quando escrevo no meu blogue não é para convencer alguém do que penso, apenas para registá-lo.
Vá, venham lá mais comentários a ensinar-me o que é boa música. É que eu só comecei a ouvir há 36 anos e ainda não sei distinguir do que gosto e do que não gosto.
PS: Seja bom ou mau, DMB foi uma má escolha para encerramento de festival. Esquecendo os méritos que tem para os seus fãs, o concerto foi um corte drástico com os ritmos da véspera e da antevéspera – tão distintos, diga-se. E isso pareceu-me indiscutível, atendendo quer ao número de gente que assistiu ao concerto, quer ao número de gente que saltou e dançou durante o mesmo e quer ainda quanto ao número de gente que se deslocou para os palcos secundários.
Porque um festival não é só o cabeça de cartaz
Lykke Li! Magnífica! Uma revelação e um alívio - por ter sido ao mesmo tempo que DMB (Desesperante Música Boring)
Domingo, Julho 12, 2009
E o melhor do concerto de Dave Mathews band foi...
Sem dúvida alguma: o gelado de morango e banana que o rapaz da Olá andou a distribuir por quem se fartou da música e fugiu para onde pudesse sentar-se!
How does it feel to be alive?
Quarta-feira, Julho 08, 2009
Jogar a pau com os ursos!
Tal como no râguebi temos os "Lobos" os nossos bravos do hóquei têm um cognome: Ursos.
Sim, ursos. U-R-S-O-S!!!!!!!
Está bom de ver as piadinhas que vão ser feitas depois do Mundial - caso não o ganhemos, apesar de sermos apontados como favoritos.
E o urso sou eu!?
PS: Esta vocês não sabem - eu joguei hóquei em patins quando era miudo (ou seja, há mais que muitos anos)
Segunda-feira, Julho 06, 2009
Sábado, Julho 04, 2009
Boa viagem
Lamento! Lamento, sim.
Lamento que durante anos Portugal tenha dado subsídios a um cidadão que deixa de querer ser português.
Pelo que li
(aqui) a senhora não gostou que fossem arrestados bens na sequência de um processo movido por funcionários despedidos.
De facto, gente estranha, esta, que luta pelos seus direitos.
País estranho, este, que obriga a que os patrões paguem dívidas aos trabalhadores.
A questão não é saber se a Maria João Pires já não quer ser portuguesa. É saber se a Maria João Pires merece ser portuguesa.
Por mim, que seja feliz no Brasil. Ou na Tchechénia.
Quarta-feira, Julho 01, 2009
Sorriso infantil, humor pérfido
(sabe bem, não sabe?)
Sábado, Junho 27, 2009
Saviola no Benfica
O Benfica anda a contratar jogadores de eleição
ou
Jogador de eleições?
Segunda-feira, Junho 15, 2009
Oração (à lísbias)
Domingo, Junho 14, 2009
Quarta-feira, Junho 10, 2009
Dicas para começar a fumar
1 - Anuncie a sua intenção aos fumadores amigos e peça-lhe para o lembrarem de fumar quando acenderem um cigarro
2 - Experimente acender um cigarro de hora a hora. De início o sabor será estranho, mas com prática aprederá, até, a travar.
3 - Compre, na farmácia, pastilhas elásticas com nicotina ou então os pensos utilizados por quem quer deixar de fumar. Opte sempre pelos que tiverem menor teor de nicotina e à medida que o tempo for passando mude para outras mais fortes. Desta forma, conseguirá criar no organismo a necessidade de nicotina e rapidamente acabará por tornar-se natural acender cigarros.
Quinta-feira, Junho 04, 2009
Segunda-feira, Junho 01, 2009
Verdade
Talvez não desate. Talvez não saia como quero. Talvez nem queira. Mas há uma palavra, que, dizendo ou não, digo sempre. Se um amigo sofre, também eu me desmorono. E por isso a digo. Memso quando não a verbalizo. E repete-se, cá dentro. Até à exaustão.
Um abraço...
Preguiça
Não é disso que se trata. Tão só é falta de várias coisas:
vontade de escrever - preciso de férias
tempo - ocupo-o com outras actividades
motivação - o que de extraordinário se passa na minha vida tem-se passado longe dos teclados.
Por isso, preguição não é a palavra adequada. Talvez a mais certa fosse: Paz.
De qualquer forma, fica uma música, para banda sonora - repescada do baú (sem qualquer significado especial).
Quinta-feira, Maio 28, 2009
Domingo, Maio 24, 2009
Até o cinzento da estrada ao fundo parece azul de mar, em dias assim como este
Belenenses
Gostava de ser presidente. De implementar as ideias que tenho. De reorganizar.
Tenho a certeza de que no centenário estaríamos a discutir o título.
Sexta-feira, Maio 22, 2009
Quem me dera ter tido professores assim
Philosophy of Life and Death
By Shelly Kagan | Death
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Psychology, Sex, and Evolution
By Paul Bloom | Introduction to Psychology
Deste site espectacular
Segunda-feira, Maio 18, 2009
Bolas
Sinceramente, acho difícil...
Não estou a ver o Rio Ave perder...
Sexta-feira, Maio 15, 2009
The book nazi
O que me faz lembrar este episódio do Seinfeld:
(The Soup Nazi)
Terça-feira, Maio 12, 2009
Domingo, Maio 10, 2009
Uma boa notícia

Sounds of the Universe, dos Depeche Mode soa exactamente a... Depeche Mode!
(nos dias que correm já não é nada mau!)
Sexta-feira, Maio 08, 2009
A noite em que Sérgio Godinho regressou a este blogue
(excerto de Segundo andar direito)
Quarta-feira, Maio 06, 2009
Façamos uma vaquinha...
Os lucros do BES caíram mais de 30 por cento!
Agora foram só de 100 milhões de euros! (se calhar era de despedir uns quantos funcionários)
Uma questão que ninguém colocou até hoje (pronto, se calhar até colocou, mas eu nunca a escrevi aqui)
Aviso: ler apenas depois de fumar um charro
(Este é para o Lunatic on the grass, que, além de estar quase a fazer anos, e de ser verdadeiro mestre da escrita non e withsense, em tempos me olhou com o ar de... "vá-lá, junta-te à comunidade secreta dos gajos non sense que escrevem textos". Ai, espera, era a sociedade secreta dos gajos que escrevem textos nonsense)
ciclo que nunca acaba, que nunca acaba
Os tempos passaram e as fotos rasgadas estavam escondidas num armário, ao canto do quarto da casa onde ela vivia, algumas presas com fita cola, outras apenas separadas, o direito do esquerdo, assim, a monte bem amontoado, bem grande e confuso, que para ela, fazer um monte de fotos rasgadas não podia ser apenas fazer um montinho.
As fotos rasgadas hoje estão no caixote do lixo. A caixa e o cantinho do armário do quarto da casa onde ela vive não.
Ele continua a conduzir o seu carro desportivo, de marca italiana, e a chorar, na esperança de que o carro desportivo, de marca italiana, se transforme num carro anfíbio.
Ela sabia que precisava de espaço na caixa, para guardar mais fotografias rasgadas, no armário do quarto da casa onde vivia.
E ele mantinha-se fiel ao descapotável para que as lágrimas lhe saíssem por cada um dos buraquinhos, pois ele precisava sempre de mais espaço para as lágrimas que haveriam de correr-lhe rosto abaixo até formarem um rio. E diz que ao vento as lágrimas secam mais depressa, também.
As novas fotos seriam dele. As novas lágrimas por ela.
Terça-feira, Maio 05, 2009
Uma boa razão para gostar da Michelle Brito
Pode ser que eles não reparem...
Devem ter contratado especialistas em marketing e desataram a inventar campanhas agressivas.
Paris a 20 euros!
Varsóvia a 129!
Gritam-nos por email, por anúncios de rádio.
E nós, que gostamos de viajar, fazemos contas. Espera lá, até que vale a pena viajar agora. Isto está bom, o preço é porreiro e a viagem gira...
Vamos ao site e lá clicamos no local das promoções. Ora, escolhemos os dias, e as férias estão quase marcadas. Que bom. Mas, espera lá...
que é feito dos 20 euros para Paris e dos 129 para Varsóvia?
Ah, espera, na rádio não diziam que era só bilhete de ida. Mas, de qualquer forma, o valor que me aparece aqui é de 500 euros para Varsóvia, com ida e volta. Nem sequer é 129 x 2!
Será que eles acham que quem vai comprar por 129 euros nem repara que o preço final é, afinal, de 500 euros? E que carrega alegremente no sim, a pensar que vai por 129 euros a Varsóvia?
Sinceramente, há dias em que não tenho paciência...
Hoje é um deles
Segunda-feira, Maio 04, 2009
(Together) We will love the beach
Quinta-feira, Abril 30, 2009
Ouch
(sem palavras)
Terça-feira, Abril 28, 2009
Há sempre um que é o preferido, mas...
Um fazia a "bandeira" no estendal do páteo, o outro sabia dizer de cor o nome de todas as cidades de Portugal. Um era do Sporting, o outro do Belenenses. E, por isso, eu cheguei a ser sócio do Sporting, por influência de um, que me deu a escolher entre ser do Sporting ou do Benfica. O outro, o do Belenenses, dava-me a escolher apenas a prenda que gostaria de receber no Natal, numa peregrinação religiosamente anual à papelaria/loja de brinquedos lá do bairro. E quase nunca me falava de futebol, a não ser que o mal dos portugueses é que são maus no chuto. Nessas alturas, encostava um pau a uma parede e mandava-me chutar a bola na direcção daquela ripa de Madeira, talvez antevendo que um dia eu faça o mesmo ao bisneto dele e, graças a isso, Portugal seja finalmente campeão do Mundo.
O do Belenenses via sempre tudo muito à frente, logo é capaz de ser verdade isto que imaginei. O do Sporting, coitado, não tinha tempo para ver o que lá vinha, pai de nove filhos e com dois trabalhos para manter os 5 que ainda lá viviam em casa, mais a empregada e a tia Maria.
O do Belenenses já não era do Belenenses porque, há muitos anos, o Artur Jorge se tinha ido embora, mas todas as segundas-feiras lá lia o jornal para saber o resultado do clube de que já não era. O do Sporting foi sempre do Sporting, lá havia, afinal, outra forma de sobreviver numa família que já ia em 40, dos quais apenas três do Belenenses e dois do Benfica?
Havia um que era o preferido. Há sempre um que é o preferido.
Mas hoje tive saudades dos quatro...
Não digam que não avisei
Segunda-feira, Abril 27, 2009
Sabe porque é que o Cartão do Cidadão já não se chama CU (cartão único)?
Aquilo agora chama-se cartão do cidadão (CC) mas na realidade é um castigo para o cidadão - há poucos sitíos onde o fazer, o atendimento é moroso e as senhas de atendimento servem para 30 pessoas por local quando na realidade vão 200 tentar fazê-lo.
O que pouca gente sabe, ou se lembra, é que o nome anterior era cartão único, o que resultava num fantástico acrónimo: CU.
O que ninguém sabe (fui eu que descobri durante o processo que me levou a percorrer 1300 postos de atendimento - mentira, só há cinco ou seis por estas bandas onde há 2 milhões de pessoas) é que o nome anterior foi abandonado para evitar frases como a seguinte (que seria incómoda, quando dita por um talhante ao primeiro ministro durante uma das campanhas eleitorais que se avizinham):
- Xôr Sócrates, tem de meter uma cunha por mim, que eu sei que o xor engenheiro foi o primeiro a fazê-lo, que até apareceu nos jornais e nas televisões com a coisa na mão... Sabe, é que ando louco para fazer o CU, mas as meninas da loja do cidadão dizem que já não há senhas!
A matemática do CU (ou como enloquecer um gajo que odeia matemática)
1 - Na zona da grande Lisboa vivem 2 milhões de pessoas
2 - contando com a Loja do cidadão de Setúbal existem 12 postos de atendimento
3 - cada posto de atendimento só dá 30 senhas por dia e são cerca de 100 as pessoas que as procuram.
4 - O cartão único só é válido por cinco anos
5 - cada ano tem 252 dias úteis (esqueçamos os feriados nesta equação)
Quantos postos de atendimento deveria haver para que o processo corresse na perfeição?
SOlução: a cada 1260 dias (dias úteis de um ano vezes os cinco anos de validade do cartão) os serviços do Estado têm de emitir 2 milhões de cartões.
Se cada um dos 12 postos de atendimento emite 30 senhas por dia, isso quer dizer que a cada dia 360 pessoas terão conseguido tratar dos papéis.
Nos 1260 dias disponíveis (recorde-se, fictícios pois não estão contabilizados feriados) ao todo 453.600 pessoas (quatrocentas e cinquenta e três mil e seiscentas pessoas) terão conseguido tratar do seu CU!
1546400 (um milhão, quinhentas e quarenta e seis mil e quatrocentas pessoas) terão ficado de mãos a abanar e sujeitas a pagarem multas por não terem documentos em dia.
Ora, se 453600 pessoas são atendidas em 12 centros, então 1.564.600 pessoas precisam de 41,3 centros.
Juntando os 42 centros (ninguém constrói 0,3, apenas) aos 12 que já existem o resultado final é: 54 centros!
Temos 12, ora... digam lá que quem inventou isto não merece ser chamado de cara de CU!???
PS: Agora pode vir o senhor primeiro ministro dizer que estou a falsear a informação porque afinal não há 12 em Lisboa, mas sim 12 mais 10, porque num dos locais existem 11 conservatórias do registo civil - omitindo que muitas delas colam cartazes a dizer não há senhas para o cartão do cidadão). Ainda que houvesse essas 10, faltariam 32 centros!
(Céus, o que o Cartão do Cidadão - ex-CU - nos faz! Até me transformou num matemático lunático)
Sexta-feira, Abril 24, 2009
Quinta-feira, Abril 23, 2009
E, então, ele disse...
- Sou diferente de todos os homens que conheceste!
Hoje lembro-me que nada disseste sobre o assunto e lembro-me que não me lembro se sorriste, sequer. Mas sorrio eu. Hoje. Ao reparar que tu, que então nada me disseste, és, afinal, muito diferente de todas as mulheres que já conheci.
Terça-feira, Abril 21, 2009
Futebol, ou não é o amor uma bola que tanto pode sair como entrar depois de bater na barra?
Ulisses Morais, treinador da Naval
20 de Abril de 2009
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